terça-feira, 17 de julho de 2012

Biblia Sagrada: A única regra que rege a igreja



“Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm 3,16 ).


É com convicção e firmeza que declaramos ser a única regra para governar a Igreja a Palavra de Deus. Segundo o versículo acima citado, ela é apta para ensinar, repreender, corrigir e instruir em toda a justiça, sem a intromissão de adendos ou inovações perigosas que matam a espiritualidade.

Portanto, os dons espirituais têm um papel muito importante na igreja, especialmente o dom de profecia; porém o dom nunca poderá tomar o lugar da Palavra de Deus, pois a verdadeira igreja é aquela que é regida tão-somente pela Palavra de Deus.
Quando lemos com atenção o Novo Testamento, notamos que as manifestações dos dons eram visíveis na igreja primitiva; contudo não eram os dons que a regiam, mas o conteúdo da revelação divina consubstanciada nas Escrituras (Jo 7.38).
Nesse sentido temos os inequívocos e grandes exemplos na novel igreja do Novo Testamento, quando, no primeiro concilio apostólico, o apóstolo Pedro demonstrou o valor da Palavra de Deus, dizendo: "Varões irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a Palavra do evangelho e cressem" (At 15.7).

Ainda no mesmo concilio notamos mais uma vez a citação da Palavra de Deus, para esclarecer, guiar e orientar (vv. 15-18).
Portanto, em todas as questões da igreja primitiva, a Palavra foi consultada e as decisões foram baseadas e resolvidas tão-somente de acordo com os ensinos da Palavra de Deus, as Escrituras. Ainda que eles tivessem em grande estima o valor dos dons, e apesar de a revelação e a profecia terem um papel proeminente na igreja primitiva, os dons jamais definiram doutrina, jamais na igreja dos apóstolos a profecia serviu para resolver casos: tudo era resolvido à luz da Palavra de Deus.
Quando o apóstolo Pedro falou sobre a profecia, é lógico que ele não se referia ao dom na acepção restrita, mas à Palavra de Deus dada aos profetas como revelação segura e única da vontade do Senhor (2 Pe 1.19-21).

É pela Palavra de Deus que somos corrigidos e esclarecidos em todos os erros doutrinários, tanto na forma como na prática, conforme 2 Timóteo 3.16.
O apóstolo Paulo, em todas as suas resoluções doutrinárias, dá ênfase à Palavra de Deus, pois por ela, até as profecias na igreja devem ter o seu julgamento doutrinário, a fim de que não sejam usadas erradamente (1 Co 14.29-32; 1 Ts 5.20,21).

“Falem os profetas, dois ou três, e os outros julguem". - Essa é recomendação do apóstolo.
- Julgar o quê? julgar a mensagem do que profetizou, se está segundo a doutrina (1 Tm 3.15; 4.13). - E depois, julgar como? – É lógico: julgar pela Palavra de Deus.
Portanto, não poderemos aceitar uma profecia por mais agradável que seja ou mesmo qualquer revelação, se não tiver o apoio doutrinário na Palavra de Deus. Todas as manifestações e resoluções devem submeter-se ao exame da Palavra de Deus, a única autoridade para julgar.
Na Epístola aos Hebreus 4.12, assim está escrito: "Pois a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante que qualquer espada de dois gumes, e que penetra até a divisão da alma e do espírito, e juntas e medulas, e pronta para discernir as intenções e pensamentos do coração".
É lógico, pois, segundo o versículo acima citado, que tudo está sujeito à Palavra de Deus. Infelizmente muitos erros doutrinários têm entrado na igreja, através da porta da profecia e dos demais dons espirituais, por não serem confrontados com a genuína fonte de revelação divina - a Palavra de Deus.

Através da história da Igreja, notamos a manifestação de dogmas bárbaros e doutrinas de demônios juntamente com os pensamentos de homens corruptos e privados da verdade de Jesus Cristo (G1 1.6-11; 3.1-5; 4.9-11; 1 Tm 4.1-5; 2 Tm 3.5-9).
Portanto, concluímos que os dons espirituais são realmente maravilhosos, contudo necessitam de permanecer dentro da doutrina e têm de ser examinados pela Palavra de Deus, infalível e imutável!
Podemos ilustrar o assunto da seguinte forma: Estamos edificando um grande edifício - a Igreja (1 Co 3.9; Ef 4.15,16). Ora, para a edificação espiritual, necessitamos de andaimes (andaimes neste caso são os dons). Nas construções há necessidade de que os andaimes estejam bem ajustados e nos devidos lugares. No edifício espiritual, os andaimes, isto é, os dons espirituais, devem estar firmados na doutrina da Palavra, a fim de que não haja desastre espiritual (Dt 32.1,2; Ec 12.11; 1 Co 14.39), etc.

O Senhor Jesus fez uso da Palavra de Deus; venceu todas as tarefas, revelou os problemas difíceis e pôs em fuga o Diabo, tudo porque usou a Palavra de Deus (Mt 4.1-11; 22.23-32).
Qualquer trabalho evangélico relacionado com a igreja necessita do apoio da Palavra de Deus. Até mesmo as tarefas mais simples: cânticos, festividades que se organizam, e visitas, devem ter o apoio da Palavra, do contrário, não terão aceitação aos olhos do Senhor (SI 119.105; Cl 3.16). "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra". Logo, se a Palavra é a lâmpada, claro está que é para nos guiar em toda a verdade de Deus.

Muitos desprezam a Palavra de Deus para receberem a palavra de um homem e a recebem cegamente, muito embora não tenha ela apoio na Palavra de Deus. Dizem outros obviamente: "Nós obedecemos à Bíblia, de capa a capa", contudo estão fora da doutrina da Bíblia. 

A Palavra de Deus tem por objetivo o seguinte:

Iluminar o espírito (SI 19.8; 119.30).
Instruir para a esperança (Rm 15.4; 1 Co 10.11).
Capacitar para salvação (1 Tm 4.16; 2 Tm 3.15).
Produzir fé (Jo 17.20; Rm 10.17; 1 Jo 5.13).
Regenerar (Ef 5.26; Tg 1.18; 1 Pe 1.23).
Restaurar a alma (SI 19.7; 119.81).
Santificar (Jo 17.17; 1 Tm 4.5; 2 Tm 3.17).
Alimentar espiritualmente (Dt 1 Pe 2.2).

Portanto, a Palavra é a base segura para nossa salvação e governo da Igreja (1 Co 15.1,2; Ef 1.13; Tg 1.21). Não devemos desprezar a Palavra de Deus, pois todas as coisas foram criadas pela Palavra de Deus e por ela subsistem (Gn 1.1-3; Hb 1.3; 2 Pe 3.5-7). Destarte, a disciplina e a ordem dentro da Igreja devem ser apoiadas na Palavra de Deus (1 Pe 2.22-25).
Tudo tem de ser examinado na "Pedra de Toque" - a Palavra de Deus quer seja doutrina, revelação ou nossa própria vida e trabalho. Assim fizeram os nobres de Beréia (At 17.10,11), porque receberam a Palavra com toda avidez, indagando diariamente nas Escrituras se estas coisas eram assim.

Conclusões:
1. Deus usa a sua Palavra (Gn 1.3).
2. Jesus Cristo usou a Palavra de Deus (Hb 10.7).
3. O Espírito Santo tem a Palavra como espada (Ef 6.17) e pela Palavra Ele revela os planos de Deus no terreno profético (At 1.16).

Infelizmente muitos dizem que esperam a vontade do Senhor, quando já essa vontade se acha revelada no plano de Deus. O que há para fazer é tão-somente obedecer à revelação da Palavra de Deus, tal como fez Cornélio, ao ouvi-la dos lábios de Pedro. Pela obediência, o centurião recebeu a Deus e a bênção (At 10.43,44).
Portanto, é a Palavra de Deus que deve reger todo o curso da vida espiritual, especialmente as reuniões, a fim de recebermos a divina aprovação e apoio da revelação divina - a Bíblia Sagrada.

Exemplifiquemos, para esclarecer: Há congregações que, para celebrarem a Ceia do Senhor, esperam uma profecia, determinando que seja celebrada. Isto está errado, pois o Senhor disse: "Fazei isso em memória de mim". E Paulo acrescenta: "Todas as vezes" (Lc 22.19; 1 Co 11.26). Portanto, para tal ato não há necessidade de revelação, pois já está revelado e ordenado na Palavra de Deus, como se deve fazer.
Outros esperam uma revelação para disciplinar alguém ou para receber em comunhão um membro excluído. Porventura estarão agindo conforme manda o Senhor? Não, absolutamente, não. A Palavra de Deus determina a exclusão ou a inclusão, segundo o proceder e o testemunho; até setenta vezes sete, temos de perdoar o nosso irmão; quanto aos resultados futuros, a responsabilidade pertence ao perdoado.
 
 
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Fonte:
Confronto Doutrinario - João de Oliveira

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Espírito Santo em relação ao crente



Quanto à pessoa do crente, o Espírito Santo nele ope­ra:
    regenerando-o (Jo 3.3-6).
    batizando-o no corpo de Cristo (Jo 1.32-34).
    habitando nele (1Co 6.15-19).
    selando-o (Ef 1.13,14).
    proporcionando-lhe segurança (Rm 8.14-16).
    fortalecendo-o (Ef 3.16).
    enchendo-o da sua virtude (Ef 5.18-20).
    libertando-o da lei do pecado e da morte (Rm 8.2).
    guiando-o (Rm 8.14).
    chamando-o para serviço especial (At 13.2,4).
    orientando-o para serviço especial (At 8.27-29).
    iluminando-o (1Co 2.12-14).
    instruindo-o (Jo 16.13,14).
    capacitando-o (1Ts 1.5). 



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quinta-feira, 5 de julho de 2012

O que cremos: Sobre a Bíblia



Cremos na inspiração divina e plenária da Bíblia,
bem como na sua infalibilidade e Inerrância,
como única regra infalível de fé normativa
para a vida e o caráter cristãos
(2Tm 3.14-17).

Desde os primórdios da civilização o homem, para viver em grupo, necessitou de normas que regulassem os seus direitos e deveres. Surge assim, após laboriosas experiências, a Constituição, que, transgredida, priva o cidadão dos bens maiores: a vida, a liberdade etc. Semelhantemente, no mundo espiritual, Deus estabeleceu a Bíblia Sagrada como fonte de vida. A Palavra de Deus liberta da escravidão do pecado os que vivem na mentira. Horace Greeley assim define a importância da Bíblia: "É impossível escravizar mental ou socialmente um povo que lê a Bíblia". Os princípios bíblicos são os fundamentos da liberdade humana: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8.32). A Bíblia lida, crida e vivida liberta o homem da escravidão do pecado, pois quem comete pecado é escravo do pecado. Necessitamos da Bíblia, pois é alimento para a alma: "Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome me chamo, ó Senhor, Deus dos Exércitos" (Jr 15.16).
A Escritura Sagrada é a segurança para caminharmos no mundo de trevas: "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho" (SI 119.105). Muitos andam em trevas por não conhecerem a luz gloriosa de Deus.

A Bíblia é a maravilhosa biblioteca de Deus com seus sessenta e seis livros. É acima de tudo a verdade para o fatigado peregrino; é hábil, eficaz e vigoroso cajado. Para os sobrecarregados e oprimidos pelos fardos da vida, ela é suave descanso; para os que foram feridos pelos delitos e pecados, é um bálsamo consolador. Aos aflitos e desesperados, sussurra uma alegre mensagem de esperança. Para os desamparados e arrastados pelas tormentas da vida, é uma âncora segura; para a solidão, é uma mão repousante [sic] que acalma e tranqüiliza suas mentes. ** ** Eleanor, L. Doan.



A autenticidade da Bíblia
A autenticidade da Bíblia baseia-se na sua infalibilidade e inerrância. Os atributos da divindade são por ela revelados. Ela é autêntica em tudo, pelo fato de o próprio Deus ser o seu Autor, e o Espírito Santo, o seu Inspirador. Nela são autênticas e inerrantes as revelações e os fatos narrados.
Nestes últimos dias, o racionalismo tem se oposto vorazmente contra a autenticidade, a infalibilidade e a autoridade da Bíblia. Mas o ateísmo jamais poderá ofuscar a autenticidade das Escrituras. O problema do ateu em não querer aceitar a Bíblia como Palavra de Deus está na forma como ele se comporta ao ler as Escrituras, pelo fato de não querer observar o que ela realmente está dizendo. Uma das principais afirmações da autenticidade da Bíblia é sustentada por Jesus, quando diz aos judeus que as Escrituras dão testemunho dEle (Jo 5.39). Ora, se Jesus já existia antes da fundação do mundo e as Escrituras falam a respeito dEle, isso de fato prova a autenticidade da Bíblia Sagrada.
Outra passagem das Escrituras que revela a sua autenticidade é a menção de Jesus ao profeta Jonas, cujo livro foi escrito aproximadamente 790 anos antes de Cristo. Nessa passagem Jesus afirma que Jonas esteve no ventre do grande peixe por três dias e três noites e que o profeta pregou aos ninivitas. Diante disso, chega a ser grotesco tentar obscurecer ou mesmo contestar a inerrância das Escrituras, visto que o próprio Jesus Cristo confirmou a sua veracidade: "Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17).


A inspiração da Bíblia
A alta crítica, oriunda do liberalismo teológico que varreu a Europa nos séculos XIX e XX, recrudesceu a batalha entre a fé e a ciência. Baruch Spinoza, um dos ícones do modernismo histórico, foi o mais voraz crítico da inspiração bíblica, ao asseverar que não foi Moisés o autor do Pentateuco. Por isso foi excomungado da comunidade judaica, morrendo em total isolamento.
Daí para a frente, as Escrituras tornaram-se o grande alvo dos ataques de filósofos e teólogos liberais como Harnack, Bultimann, Renan, Schweitzer, Reimarus, Dibelius, Bultman, Straus e tantos outros que tentaram ridicularizar a Bíblia como livro inspirado por Deus.
Em face dos mais densos ataques da Escola Alemã desferidos contra as Escrituras, o fundamentalismo, movimento antiliberal do século XIX, saiu em defesa da inspiração plenária das Escrituras.

Conquanto devamos ter cuidado para não pensar a inspiração como psicografia — que, aliás, é de origem maligna —, não podemos negar o fato inextirpável de que só o sopro criativo e inteligente de Deus (graphê theopneustos, 2 Tm 3.16), pôde preservar a estrutura, a lógica e a coerência que a Bíblia possui.
As Escrituras tanto falam da inspiração do escritor quanto da inspiração do escrito: um é o agente, o outro é o efeito. Por exemplo, o texto de 2 Timóteo 3.16 ("Toda a Escritura é divinamente inspirada") faz referência ao escrito como inspirado. Já 2 Pedro 1.21 ("Homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo") fala do escritor.
A inspiração plenária da Bíblia é fato incontestável porque assuntos vitais como expiação, salvação, ressurreição, recompensa e castigo futuros requerem a direção de um Espírito infalível a fim de se evitarem informações que levem ao erro.
Dentro do mesmo assunto, destacam-se ainda duas posições que os modernistas não conseguem negar, embora não concordem com elas: a) a inspiração plenária e verbal da Bíblia e b) a inspiração e inerrância das Escrituras.
Inspiração plenária e verbal. Inspiração plenária significa que toda a Bíblia é inspirada em todas as suas partes. Cristo nunca faz distinção entre os livros da Bíblia quanto à sua origem divina e autenticidade, mas aplica a expressão "Palavra de Deus" a todo o cânon do Antigo Testamento. O mesmo fizeram os apóstolos (2 Tm 3.16).
Inspiração verbal significa que, na preparação das Santas Escrituras, a superintendência do Espírito Santo se estende às próprias palavras empregadas. As Escrituras constantemente afirmam que as suas palavras foram dadas ou dirigidas pelo Espírito Santo (At 28.25; 1 Co 2.13; 2 Pe 1.21).

Inerrância da Bíblia. Inerrância não significa que os escritores eram infalíveis, mas que seus escritos foram preservados de erros. Inerrância significa que a verdade é transmitida em palavras que, entendidas no sentido em que foram empregadas, não expressava erro algum.


Verificação
O Antigo Testamento declara-se escrito sob inspiração especial de Deus. A expressão "Deus disse" — ou "disse Deus" —, como forte indicador da chancela divina nos escritos sagrados, é usada mais de 2.600 vezes na Bíblia.

A Lei, os Salmos, os Profetas, os Evangelhos, as Epístolas, o Apocalipse — enfim, todo o Antigo Testamento e todo o Novo Testamento —, recebem de Deus um cuidado especial na sua inspiração. O Novo Testamento cita as leis antigas e faz menção delas com harmonia. Por isso há uma diferença insondável entre a Bíblia e qualquer outro livro. Essa diferença deve-se à origem, à forma e à organização da Bíblia.
Contendo 66 livros escritos por uns quarenta autores, num período de mais ou menos 1.600 anos, abrangendo uma variedade de tópicos, a Bíblia demonstra uma unidade de tema e propósito que só se explica como tendo ela uma mente diretriz.
Quantos livros suportam sucessivas leituras? Quantos conseguem ser lidos todos os dias da vida? A Bíblia pode ser lida não só muitas vezes, mas todos os dias e em todas as horas da vida. A Bíblia tem o seu lugar reservado em todas as bibliotecas do mundo, em cada casa e no coração do homem. Ela pode ser lida centenas de vezes, sem que se possam sondar as suas profundezas e sem que se perca o interesse pela sua leitura.
A Bíblia está traduzida em milhares de idiomas e dialetos e é lida em todos os países do mundo. O tempo não a afeta. É um dos livros mais antigos do mundo e ao mesmo tempo o mais moderno.

As defesas intelectuais da Bíblia têm o seu lugar, mas, afinal de contas, o melhor argumento é o prático. A Bíblia tem produzido resultados práticos indiscutíveis: tem influenciado civilizações, transformado vidas e trazido luz, inspiração e conforto a milhões de pessoas. E, nesse e em muitos outros sentidos, a sua obra ainda continua.



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Fonte:
Manual de Doutrinas das Assembleias de Deus-CPAD